Rupeal
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Portal do Cidadão e da Empresa

A RUPEAL ganhou o concurso público para o projecto de suporte e manutenção do Portal do Cidadão e do Portal da Empresa. Ambos os portais pertencem à Agência para a Modernização Administrativa (AMA) que tem por missão identificar, desenvolver e avaliar programas, projectos, acções de modernização e de simplificação administrativa e regulatória e promover, coordenar, gerir e avaliar o sistema de distribuição de serviços públicos, no quadro das políticas definidas pelo Governo.

O valor dos nossos consultores foi mais uma vez reconhecido e a RUPEAL abraça hoje este projecto de grande visibilidade pública. A RUPEAL irá continuar a desenvolver soluções baseadas na simplificação das tecnologias de informação nos programas que visem a modernização nacional.

Rui Alves on March 23rd, 2010

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O líder

O líder está só.

Para ser eficaz e cumprir o seu papel, o líder tem que estar só. Só a solidão do líder permite a tomada de decisões para a organização de forma isenta e responsável. A solidão do líder tem que ser criada pelo próprio e este tem que saber lidar com isso e traçar o limite no envolvimento pessoal e profissional.

No meu caso é dificil não envolver-me no crescimento das pessoas que acompanho até porque creio que a grande recompensa de se ter um negócio é o observarmos o crescimento das nossas pessoas. No entanto acredito ser crucial criar uma separação emocional na relação com colaboradores directos.

Não haver uma separação emocional significa que estamos sujeitos a um maior desgaste na relação e minamos por completo a capacidade de tomar decisões isentas de influência. Ser emocionalmente manipulado torna-se fácil e às vezes recorrente, mesmo não havendo uma intenção consciente do colaborador. Portanto, distancia natural e saudavel dos colaboradores mais próximos porque o líder tem que estar só.

O líder é uma pessoa e como tal tem fragilidades.

Se o líder não esta equilibrado a nível pessoal corre o risco de ficar emocionalmente comprometido com um colaborador. É importante identificar quando estas situações ocorrem, olhando para dentro e tomando consciência. O líder tem que depois ter a coragem de resolver a relação. Coragem é fundamental para confrontarmos sentimentos e emoções. Se não houver coragem corremos o risco de não sermos imparciais. Dificil, duro e muitas vezes missão impossível. Falo por experiência.

Por muito bom trabalho que um colaborador faça, se o líder estiver emocionalmente comprometido com esse colaborador, significa que irá tomar atitudes que não serão as mais beneficas para a organização. Tudo para balançar o desequilibrio emocional que é pessoal e não o consegue resolver fora do âmbito profissional.

O líder e o Universo

Acredito que o Universo é perfeito, é duro, implacável e dá-nos sempre o que precisamos para evoluir. Se não o escutamos seja na forma de intuição, de pensamento ou sentimentos, o Universo vai ser duro connosco.

Comigo manifesta-se sempre com vendas não realizadas ou despesas inesperadas e não orçamentadas. Desde que a RUPEAL foi fundada que procuro sempre o equilibrio pessoal, pois tudo flui quando estamos alinhado com o Universo. As vendas aparecem quase que sem esforço e temos um dia a dia calmo e tranquilo. Creio que este é o verdadeiro segredo do nosso sucesso.

Embora no meu caso seja o dono da empresa e muita da energia da RUPEAL ser minha, é importante não esquecer-me que eu não sou a RUPEAL. A RUPEAL é apenas e somente um canal pelo qual expresso quem sou. Tem como propósito único servir os seus stakeholders (clientes, colaboradores e fornecedores – não necessáriamente por esta ordem). Mas primeiro está o individuo e só depois a organização. Tenho sempre presente isso.

Acredito que enquanto seres humanos, precisamos atrair as pessoas que atraimos para evoluir. E todos os colaboradores que me atrairam e passaram pela RUPEAL precisavam de atrair-me enquanto líder para evoluirem. Eu certamente precisei deles para evoluir enquanto líder.

A todos os que passaram por cá, os que cá estão e os que ainda ai vêm, o meu muito obrigado por tornarem esta experiência tão rica e gratificante.

Ahhh…. três anos de RUPEAL… A viagem ainda só está no ínicio!

Rui Alves on March 20th, 2010

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Rui Miranda e Joaquim Lavos

O Rui Miranda e o Joaquim Lavos são os mais recentes colaboradores da RUPEAL!

Ambos são licenciados em Engenharia Informática, sendo que o Rui veio da Universidade de Lisboa e o Joaquim do ISEL. Recentemente, participaram em projectos que envolviam o domínio da tecnologia Microsoft CMS e é nessa área que irão continuar pela RUPEAL, num projecto para a Administração Pública.

Sejam muito bem-vindos!

marta.frazao on March 4th, 2010

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João Silva e Hugo Araújo

Gostaríamos de dar as boas-vindas ao João Silva e ao Hugo Araújo, que integraram esta semana a equipa da RUPEAL.

A terminar a licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores, o João gosta bastante de desporto e é benfiquista ferrenho. Por sua vez, o Hugo encontra-se a frequentar as aulas do mestrado também de Engenharia Informática e de Computadores, e nos tempos livres adora tocar vários instrumentos. Ambos vêm do ISEL e iniciaram a sua carreira profissional num projecto com tecnologias .NET.

Sejam muito bem-vindos à RUPEAL!

marta.frazao on February 19th, 2010

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Sérgio Veiga

Gostaríamos de dar as boas-vindas ao Sérgio Veiga, que passou a integrar a equipa da RUPEAL.

Licenciado em Engenharia Telemática e de Computadores pela Universidade de Aveiro, o Sérgio é um apaixonado pela criação de novos produtos, que satisfaçam as necessidades e desejos das outras pessoas. Na semana passada juntou-se a nós, para integrar um projecto na área das telecomunicações, que irá ser certamente um bom desafio.

Bem-vindo à nossa equipa, Sérgio!

marta.frazao on February 12th, 2010

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Como estimulamos o engagement na RUPEAL…

O engagement no trabalho é um conceito que tem vindo a assumir, gradualmente, uma posição de destaque nas organizações. Para quem não sabe, a sua tradução para português não é evidente, contudo podemos considerar que este é um estado de espírito positivo e de realização relativamente ao trabalho, caracterizado por três componentes: o vigor, a dedicação e a absorção no trabalho.

Os indivíduos cujos níveis de engagement são elevados encontram-se mais satisfeitos e mais motivados, conduzindo a um aumento dos níveis de produtividade e lealdade para com a organização. São pessoas que trabalham com paixão, inovam, actuam de forma consistente. São pessoas felizes no trabalho! Assim, numa empresa a felicidade corresponde à soma dos percentuais de felicidade de cada um dos trabalhadores, daí ser tão importante implementar práticas de engagement nas organizações.

E na RUPEAL, o engagement é estimulado?

Sim. Na RUPEAL fazemos por proporcionar níveis consideráveis de engagement a toda a equipa. Sendo o feedback e a percepção de auto-eficácia dois dos seus diversos antecedentes, procuramos acompanhar diariamente a carreira dos nossos consultores, sendo que realizamos periodicamente “entrevistas de progresso”. Estas não são de modo algum um “interrogatório” para avaliar o seu desempenho, mas sim momentos importantes de diálogo e feedback, em que delineamos conjuntamente pontos de melhoria e certificações que os colaboradores necessitem de realizar, escutamos as suas necessidades, desabafos, alegrias e reforçamos então a sua motivação sempre que possível.

Sim, é verdade que somos uma empresa de outsourcing, mas para nós a distância física não é um entrave ao engagement, pois tentamos colmatá-la com estas reuniões periódicas, com alguns eventos de team building ou simplesmente através das magníficas tecnologias que não nos deixam estar longe de ninguém (muito menos dos nossos colaboradores). Na RUPEAL, a comunicação é de facto uma das ferramentas chave para o ambiente estimulante, dinâmico, irreverente e acima de tudo motivador que se vive na empresa, criador de uma “atmosfera” propícia ao aumento dos níveis de engagement

marta.frazao on February 3rd, 2010

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Luís Varela

A equipa da RUPEAL conta com mais um elemento, o Luís Varela. Praticamente licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Autónoma de Lisboa, o Luís adora estar a par do mundo tecnológico, sobretudo tudo o que diga respeito à área das telecomunicações. Esta semana iniciou uma nova etapa profissional, ao abraçar um projecto na área do suporte aplicacional, onde irá certamente acrescentar valor.

Sê muito bem-vindo Luís!

marta.frazao on January 26th, 2010

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Sérgio Silveira, Antoine Aubry, Higor Grilo e Nilton Rasoilo

Em Dezembro a equipa da RUPEAL passou a ter novos colaboradores, o Sérgio Silveira, o Antoine Aubry, o Higor Grilo e o Nilton Rasoilo.

O Sérgio tem feito vários cursos em .NET e a par disso gosta imenso de cinema, futebol e videogames. Iniciou na RUPEAL uma nova etapa profissional num projecto em .NET.

Por sua vez, o Antoine é outro colega iseliano que se junta à nossa equipa. É licenciado em Engenharia Informática e de Computadores e para além do mundo da programação é fanático por banda desenhada. Integrou um projecto em .NET, juntamente com o Sérgio.

Licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico de Leiria, temos o Higor que gosta bastante de automobilismo e aviação. Na RUPEAL veio integrar um projecto na área de Business Intelligence onde irá certamente acrescentar valor.

Por último, o Nilton veio para a RUPEAL para se dedicar ao design dos projectos aqui desenvolvidos. É licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes e para além das artes, adora ouvir e tocar música, sendo especialista no baixo.

Sejam muito bem-vindos à RUPEAL!

marta.frazao on January 26th, 2010

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Novos ramos

Este post foca-se na estrutura do nosso repositório de controlo de versões e como este responde às necessidades de uma aplicação web.

Os exemplos dados são para o Subversion – que é o que nós usamos- mas a lógica do repositório pode ser usada noutros sistemas de controlo de versões.

O Problema

A aplicação está “live” e a ser usada por milhares de utilizadores.

Estás a desenvolver a próxima “killer feature”, mas precisas de continuamente aplicar correções à aplicação.

Como aplicar pequenas correções quando o código está em pleno desevolvimento, logo não estável?

Pior a aplicação deixou de responder, tens utilizadores pendurados, o repositório está num estado inconsistente, o que fazer?

PÂNICO!MEDO! Ir para agricultor?

Os mais aventureiros dirão, “editar o código live no servidor com o Vim”. Certo, mas não é solução para tudo. Precisamos de uma solução melhor.

Mas primeiro uma breve descrição dos ambientes que o nosso repositório tem de suportar.

Três Ambientes

No nosso caso temos três ambientes, onde desenvolvemos, testamos e corremos a nossa aplicação.

Desenvolvimento

Onde o desenvolvimento da aplicação é feito.

Staging

Onde testamos novas funcionalidades. O ambiente de Staging é o mais semelhante possível ao ambiente de produção, de modo a minimizar surpresas indesejadas aquando da passagem a produção.

Produção

Aquele que os nossos utilizadores vêm e usam. A versão mais estavél do nosso código.

Novos Ramos

Depois da aplicação estar em produção, ter apenas um ramo no controlo de versões rapidamentamente se torna um problema(acreditem em nós, já passamos por isso).

A nossa solução foi estruturar o repositório de modo a que este espelhasse os ambientes descritos anteriormente. Assim temos:

  • trunk – ramo de desenvolvimento.
  • branches/releases/live – ambiente de produção, a versão “live” da aplicação.
  • branches/releases/edge – ambiente de staging, onde novas features são testadas
  • branches/fixes – onde correções mais complexas são efectuadas.
  • tags/fixes – marcar o inicio e o fim das correções mais complexas.
  • tags/releases – marcar as transições das releases da nossa aplicação, normalmente equivalem a um sprint.

Esta estrutura permite-nos alterar o código de produção ou staging sem seream afectados por novas features em desenvolvimento, pois estão em ramos separados.

Exemplos

Seguem-se alguns exemplos mais concretos.

Pequenas correções

Para aplicar pequenas correções podemos faze-lo directamente no branch de produção e depois junta-las ao ramo de desenvolvimento e staging.

Para tal basta anotar qual a revisão gerada com a correção e efectuar o merge.

svn merge -r37:38 svn://repository/branches/live
svn commit -m "Merge r38 fix bug 3134"

Sempre que possível devemos utilizaesta alternativa, ao invés de …

Ainda mais dificil

Em correções mais demoradas, onde são necessárias varias revisões e/ou vários developers criamos uma sandbox.

Primeiro criamos o branch para a correção.

svn copy -m "create bugfix branch" \\
    svn://repository/branches/current \\
    svn://repository/branches/fixes/3345-BUG

Depois criamos uma tag para marcar o principio da correção no branch

svn copy -m "bugfix start" \\
    svn://repository/branches/3345-BUG \\
    svn://repository/tags/3345-PRE

Fazemos checkout do novo branch.

svn co svn://repository/branches/BUG-3345

Neste momento podemos fazer as correções e aplicar os commits que forem necessários sem qualquer precupação de poluir o branch principal.

Quando terminada a correção, precisamos de aplica-la nos outros branches.

Criamos uma tag a marcar o fim da correção

svn copy -m "bugfix end" \\
    svn://repository/branches/3345-BUG \\
    svn://repository/tags/3345-POST

Agora utilizamos as duas tags para aplicar a correção aos branches desejados

3345-BUG$ cd..
project$  cd current
current$  svn merge svn://repository/tags/3345-PRE \\
          svn://repository/tags/3345-POST

Depois de testada a correção é só fazer commit, e todos na equipa terão acesso a esta.

# be sure to test everything
current$  svn commit -m "Merge bug fix  3345"

Esta opção é mais complicado, no entanto oferece maior flexibilidade.

Resumindo e concluindo

Ter uma aplicação web “live” cria um “conflito” entre o desenvolvimento de novas features e correções que precisam de ser aplicadas imediatamente.

O repositório de código já não pode ter apenas um ramo.

É necessário definir uma estrutura para o repositório e um conjunto de regras a serem aplicadas por toda a equipa.

Arrumar o repositório utilizando os mecanismos disponibilizados pelo controlo de versões como:

  • criação de ramos,
  • criação de tags/marcas
  • facilidade em fazer merges

Aplicando estes principios conseguimos ter desenvolvimento activo e aplicar correções quase instântaneas ao ambiente “live”, mantendo a aplicação o melhor e mais estável possível.

E vocês como “arrumam” o vosso código?

Bruno Coelho on November 27th, 2009

Tips, Web Development

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João Ferreira

Gostaríamos de dar as boas vindas ao João Ferreira, que integrou esta semana a equipa da RUPEAL.

O João estudou Informática e Gestão na ESCO e recentemente esteve envolvido em vários projectos .NET. É fanático por desporto, sobretudo por snowboard, surf e futebol, sendo o Sporting o seu clube de eleição.

Esta semana juntou-se à Ana Ferreira num novo projecto profissional.

Bem-vindo João!

marta.frazao on November 27th, 2009

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